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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Brincando de Casinha com Livros

Postado originalmente no blog Inventando com a Mamãe
No meu último passeio pela livraria, coisa que faço quase que diariamente, o livro-brinquedo A Casa de Bonecas da Sofia chamou a minha atenção. Não resisti e comprei o livro.
A Casa de Bonecas da Sofia é um livro interativo, em forma de casa que, além dos cenários, dos personagens destacáveis, móveis para montar, tem alguns adesivos para a criança decorar os cômodos conforme acompanha a história. Sucesso garantido.
Durante a brincadeiras nós lembramos dos livros-brinquedos, no mesmo estilo, da Ninoca a ratinha graciosa que protagoniza vários livros, da autora Lucy Cousins. Pegamos o Sítio da Ninoca e Casinha da Ninoca que estavam esquecidos na estante. A brincadeira ficou mais animada com a vizinhança completa. Ninoca arrumou o sítio para receber a visita da Sofia e sua família. Depois de muita diversão com as atividades do sítio como alimentar as galinhas, tirar leite da vaca, todos foram para a Casinha da Ninoca. Sofia e Ninoca ficaram muito amigas e no dia seguinte foi a vez da Ninoca ir conhecer a casa da Sofia.
Assim passamos algumas horas, sentadas no chão da varanda, lendo, brincando, voando na imaginação e construindo várias histórias a partir dos três livros.
Fonte: http://networkedblogs.com/snm99

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O dizer "não" na educação

Por Içami Tiba

É muito comum os pais se queixarem que seus filhos não atendem aos nãos que eles lhes falam, ordenam, pedem, imploram ou mesmo quando  dão a entender...
Esta desobediência ao não dos pais é globalizada. Praticamente todas as crianças do planeta custam a obedecer os seus pais. Há exceções, que são raras, que confirmam a regra de que os filhos hoje estão desobedientes aos seus pais.
É bastante comum eu ouvir este lamento de mães dito com um grande desânimo: Meu filho não me obedece, grita comigo, faz só o que quer, me agride, me ofende... Então eu pergunto: Quantos anos ele tem?  Elas respondem: 2 anos!
Como pode uma criança de dois anos de idade tumultuar tanto a vida da sua mãe?
Digo com bastante convicção que é devido ao que o filho recebeu, como educação ou não, do que lhe aconteceu desde que nasceu. Raríssimos são os casos em que as crianças nascem desobedientes, como doenças psiquiátricas e graves transtornos psicológicos e de caráter. A maioria nasce absolutamente normal e vai se tornando inadequada ou deseducada aos poucos.
Um nenê que durma no colo para depois ser colocado no bercinho já começa um costume errado, pois lugar de dormir passa ser o colo e não o berço. Se, cada vez que acorda durante a noite, ele é pego no colo ele aprende que berço não é lugar para ele ficar, e passa a reivindicar a ficar no colo, onde irá adormecer. O nenê começa a formar a imagem de que só deve ir ao berço quando já estiver dormindo. Assim se ele for colocado no berço ainda acordado, ele se recusará a ficar no berço e criará mil desculpas próprias da idade para não ficar no berço. Sem dúvida é muito gostoso dormir no calor, no balanço e no afeto de um colo do que no bercinho. Não é natural no ser humano acordar em um lugar que ele não deitou.  Enquanto ele nada sabe, ele dorme em qualquer lugar, portanto ele após arrotar o que mamou deve ser colocado de lado no berço para dormir, por mais que os adultos queiram lhe dar colo. O nenê chorar no berço, gritar, dizer palavras incompreensíveis etc é uma defesa natural por preferir fazer o que aprendeu, dormir no colo. Ele já sabe que está lutando por um direito que ganhou dos pais que queriam muito mais agradá-lo do que não o educar. O nenê não está desrespeitando ninguém. São os adultos à sua volta que não souberam educá-lo a dormir sozinho no berço. Quem aprende dormir no colo não quer saber se naquela noite os pais não têm como dar-lhe colo. Ele luta para dormir no que já se acostumou: o colo.
Um ponto muito importante que todos os humanos deveriam saber é: “Ninguém sente falta do que não conhece, mas arca com suas consequências”.
Todos sabem que lugar do bebê dormir é no berço e não no colo, mas como a maioria não sabe que o local do bebê adormecer também deve ser no berço, arcam com as conseqüências de um bebê que acaba atrapalhando o sono dos pais e muitas vezes até separando os cônjuges. Amor é muito bom, mas não resolve este problema das noites mal dormidas de todos na família. Não é errando que se aprende, mas sim corrigindo o erro.
Assim também muitos nãos dos pais não são obedecidos principalmente pelos filhos:
  • que percebem que o não pode ser transformado em sim;
  • que nada lhe acontece se não obedecer ao não e continuar fazendo o que queria;
  • que os pais num dia dizem sim e noutro, não;
  • que basta questioná-los que eles deixam quando os pais não têm respostas;
  • que a boca diz não, mas os olhos dizem sim;
  • que a palavra diz não, mas todo o comportamento diz sim;
  • que o agora não se transforma em daqui a pouco pode.


Içami Tiba

Içami Tiba é psiquiatra e educador. Escreveu "Pais e Educadores de Alta Performance", "Quem Ama, Educa!" e mais 28 livros
Fonte:  http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/2011/08/09/o-dizer-nao-na-educacao.jhtm

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Como fazer meu filho gostar de ler?


Algumas pessoas sabem do meu gosto por leitura e então perguntam para mim que obras eu recomendo para que comprem para os filhos, de modo que essas crianças tomem gosto pela leitura. Eu lembro dos meus livros favoritos da infância e os recomendo, porém sempre faço questão de destacar que não é comprar livros e obrigar as crianças a lê-los que fará com que elas se tornem devoradores de obras consagradas quando forem mais velhos. O processo é lento, e requer bastante dedicação dos pais.
É claro, há sempre exceções, aquelas histórias de crianças que aprenderam a amar a literatura sem precisar de qualquer incentivo. Obviamente não é desses casos que vou falar aqui. A ideia é propor algumas dicas para você que deseja que seus filhos um dia sejam bons leitores, e com isso ganhem todas as vantagens que esse hábito maravilhoso pode oferecer.
Leia: Esta é a principal, e a que sempre enfatizo quando algum pai vem atrás de recomendações. Crianças são emuladoras, elas imitam as ações daqueles que fazem parte do seu cotidiano. Como a criança começará a ler se os pais não fazem isso? Então antes de querer que seu filho tenha esse hábito, o desenvolva você também, caso ainda não o tenha.
Elogie os livros e quem lê: Se a criança ouvir coisas como “Para que serve literatura? Tem é que estudar matemática!” é óbvio que ela não vai demonstrar muito interesse por isso. Reparem nos jovens próximos de vocês, como eles gostam de fazer a coisa sempre com um propósito claro (para professores o mais comum é “estudo porque quero passar na prova”, por exemplo). Elogie a literatura, pessoas que tem o hábito de ler e, mais ainda, elogie seu filho quando ele estiver lendo algo.
Deixe a criança escolher: Você pode estar carregado de boas intenções ao oferecer Onde Vivem os Monstros ou Flicts para seu filho. Foram livros importantes e agradáveis para você. Mas isso não significa que seu filho irá gostar também. Por isso, o importante é de quando em quando levá-lo até uma livraria ou biblioteca e deixá-lo livre para escolher o que quiser.
Deixe a criança brincar com os livros: Essa é a parte mais difícil para os bibliófilos de plantão que morrem de orgulho das edições lindas em capa dura na estante do pimpolho. Mas não adianta dar livro e não deixar a criança se relacionar com ele da forma que quiser. Deixe que brinque, rabisque. Se você impor condições e proibições, ela prolongará isso para a leitura também.
Tenha livros em casa: Pode parecer meio bobo, mas tem muito pai que pergunta o que recomendo para o filho ler, mas que não tem qualquer livro na estante. É uma questão de tornar o objeto familiar para a criança, algo comum. Se a criança só tiver contato com isso na escola, é lógico que ela atribuirá um valor de obrigação ao livro. A ideia é fazer parte da rotina de lazer também.
Converse sobre o que ele leu: Deixe que ele conte para você a história, que comente sobre o que achou mais interessante, ou porque não gostou de um determinado livro. Faça desse um momento seu e de seu filho. Se ele ainda não lê, converse sobre a história após ler o livro para ele.
Não force a barra: Ler tem que ser um prazer. Não adianta querer que ele goste de livros já no primeiro contato. Tenha paciência e vá aos poucos. Se sentir que num determinado dia ele não está dando bola para isso, não insista. O mesmo trauma que muita gente carrega das leituras obrigatórias do colégio pode acontecer também com pais impondo a leitura de livros em casa.
Como fica evidente, não há mágica. Há na realidade muito trabalho, e o principal, a participação dos pais nesse processo. Um livro pode ser automaticamente apaixonante para alguns, mas outros precisam conhecê-lo aos poucos, ver suas qualidades dia após dia até que em um momento vire gosto, ou mesmo hábito.
Em tempo: segundo o livro What to Expect, o normal é que uma criança aprenda a virar páginas ali perto dos 16 meses, sendo que isso pode acontecer antes (meu Arthur começou com 8 meses). Então, quanto mais cedo melhor – há muitos títulos para bebês disponíveis nas livrarias, e o melhor de tudo é que alguns são bem baratos.
Fonte: http://blog.meiapalavra.com.br/2011/08/13/como-fazer-meu-filho-gostar-de-ler/

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Entenda melhor o TDAH, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

Seu filho tem algum tipo de dificuldade de aprendizagem? Ele pode sofrer de TDAH. 25% dos portadores de TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) apresentam dificuldade de aprendizado.
Segundo a ABDA (Associação Brasileira de Déficit de Atenção) de 3 a 5% das crianças sofrem de TDAH. A doença reconhecida pela OMS (Organização Mundial da Saúde) causa diversos prejuízos no ambiente escolar, como desorganização, impaciência para assistir às aulas e impulsividade ao respondendo às questões antes de ler o enunciado até o final ou ouvir toda pergunta.
Apesar de causar diversos problemas, o transtorno ainda é pouco conhecido da população de modo geral e quando não tratado, a condição pode afastar a criança da convivência social pela fama de bagunceiras, inquietas, distraídas, avoadas e que vive no “mundo da lua”, entre outros sintomas. Tais comportamentos podem implicar em perdas no desempenho acadêmico. Segundo Dr. Erasmo Barbante Casella, Neurologista da Infância e Adolescência Responsável pelo ambulatório de Distúrbios do Aprendizado do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, cerca de 25% dos portadores de TDAH apresentam dificuldade de aprendizado.
Um estudo realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1999 aponta, ainda, que, 87% dos portadores de TDAH possuíam mais de uma repetência em seus currículos comparado a 30% dos não-portadores. Na mesma amostra foi observado que 48% dos portadores de TDAH já haviam sido suspensos ao menos uma vez e 17% já tinham sido expulsos de outros colégios, frente a 17% e 2%, respectivamente, do grupo de não-portadores.
“Por conta do seu comportamento essas crianças e adolescentes frequentemente são evitados e considerados inconvenientes”, explica o Dr. Erasmo. “O grande desafio dos pais e professores é saber lidar com essa criança em idade escolar e ajudá-la a interagir e se desenvolver como as pessoas da mesma idade para evitar que o caso evolua para desmotivação acentuada e queda da autoestima, além de piora no quadro devido a outras comorbidades, eventualmente associadas ao TDAH, como ansiedade e depressão, por exemplo.”, completa o especialista.
Quando esse quadro persiste na idade adulta a hiperatividade, agitação e impulsividade diminuem de intensidade e a distração fica mais evidente. O transtorno pode persistir a vida toda.
O tratamento do TDAH deve ser multidisciplinar, ou seja, uma combinação de acompanhamento médico, psicoterapia, medicamentos, orientação aos pais/família e professores, além de técnicas específicas que são ensinadas ao portador para facilitar o dia a dia. A medicação é parte muito importante do tratamento.
Para se ter ideia sobre a seriedade que o TDAH é tratado, nos Estados Unidos, os seus portadores são protegidos pela lei quando recebem tratamento diferenciado na escola.
http://bagarai.com.br/entenda-melhor-o-tdah-transtorno-de-deficit-de-atencao-e-hiperatividade.html

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Local propício ao bullying

Pesquisa mostra que alunos que estão abaixo ou acima do peso são mais discriminados e agredidos pelos colegas
A Educação Física é uma das disciplinas Escolares que mais atrai os estudantes, seja pelos esportes ou pela aula fora da sala e longe do quadro negro. Mas é nesse ambiente, que o bullying agressão física, moral ou psicológica pode ser reforçado entre os alunos.

Pesquisa realizada por um mestre em Educação Física aponta que o padrão de beleza propagado pela mídia determina os fracos e fortes no ambiente Escolar. Segundo Marcos Paulo de Oliveira Santos, idealizador do estudo, nas aulas práticas, devido à evidência maior do corpo, o estereótipo acaba oprimindo quem não se enquadra no perfil.

O aluno acima do peso ou bastante magro torna-se vítima da agressão. A adolescência é a faixa etária de maior vulnerabilidade. Analisar, compreender e interpretar os efeitos do bullying nessa fase são fundamentais para que a ajuda se dê de modo eficiente.

Penso que a Educação Física, ao contrário do que se possa imaginar, é rica de possibilidades para diminuir ou mesmo acabar com essa violência. Basta algumas mudanças metodológicas , afirma.

Foram aplicados questionários a 125 alunos de Escola pública. 46% deles afirmaram sofrer algum tipo de violência durante a disciplina. Segundo o estudo, a Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia) classifica que o aceitável seria 5%.

MAUS TRATOS
Dentre os maus tratos mais comuns estão a ameaça (11,2%), os danos materiais (7,30%) e a exclusão dos esportes coletivos (7,2%). Os alunos da 6ª série de uma Escolapública contam que o bullying ali é normal e, ao sofrerem a agressão, o sentimento que prevalece é a humilhação.

Acho muito injusto alguém não poder jogar porque não foi escolhido pelo grupo. É triste, acho que ninguém é melhor. Todo mundo tem que participar , diz I.M., 12 anos.

Ela conta que em sua turma as agressões são frequentes. Pessoas estranhas, caladas demais, que não jogam bem ou não são populares são excluídas. Os ofendidos relatam que se sentiram mal com a agressão (20,8%), tristeza (12,8%) e não tiveram reação (10,4%).

Segundo o estudo, esses sentimentos podem levar o indivíduo à evasão Escolar, síndromes diversas, ideias suicidas e mesmo vingança. Para a estudante G.M., 12 anos, não deveria existir bullying. Todos deveriam se respeitar. Os agressores não podem se esquecer que um dia eles também podem ser uma piada ou passar pela mesma vergonha que eles fazem o colega passar , lembra.

A pesquisa mostrou que o silêncio acaba sendo a opção para quem sofre a violência. Dos entrevistados, 16,8% não contaram a ninguém. Os pais foram a opção de apenas 10,4% dos alunos, deixando para os amigos (12%) a confissão sobre a agressão.

O fenômeno bullying caracteriza-se pela violência física, moral ou psicológica praticada por uma ou mais pessoas por causas variadas. Como a Educação Física, enquanto disciplina tem por objeto o corpo, pode reforçar o bullying criando estereótipos, ou pode, também, ser uma importante ferramenta no combate a esse mal, que cresce assustadoramente na sociedade contemporânea e apresenta consequências funestas.

A pesquisa foi dividida em três frentes: agressor, vítima e espectador. Segundo o artigo, o agressor se alegra em oprimir, humilhar, subjugar os mais fracos. Também é impulsivo, vangloria-se diante da sua superioridade física e adota constantemente condutas anti-sociais.

O papel de vítima é divido em três, a saber: a vítima típica: é a pessoa que sofre constantemente agressões físicas e/ou morais. A vítima provocadora: é a pessoa que atrai ou provoca as reações agressivas para si, mas não consegue resolver a situação. A vítima agressora: é a pessoa que reproduz as agressões físicas e/ou morais sofridas. Obviamente que em indivíduos mais frágeis.

Existe ainda o espectador, que apenas assiste a tudo de maneira tácita (lei do silêncio) e não defende a vítima por medo de uma represália, nem se junta ao agressor.

A amostra desse estudo foi composta por 125 estudantes da 6ª série do ensino fundamental, sendo 59 do sexo masculino e 66 do sexo feminino, na faixa etária de 11 a 14 anos, de uma Escola pública de Taguatinga Sul.
Fonte: Jornal de Brasília

domingo, 18 de setembro de 2011

Americano de dez anos faz sucesso como crítico de restaurante

DA BBC BRASIL

Um americano de dez anos de idade está fazendo sucesso em Baltimore, nos Estados Unidos, como crítico gastronômico.
Eli Knauer divulga suas críticas e avaliações de restaurantes da cidade do Estado americano de Maryland e de mais cidades da costa leste americana em seu blog, chamado "Adventures of a Koodie" ("Aventuras de um garoto interessado em comida", em tradução livre).

Eli Knauer come hambúrguer no Morton's the Steakhouse, que ganhou cinco estrelas
Eli Knauer come hambúrguer no Morton's the Steakhouse, que ganhou cinco estrelas
Segundo a agência de notícias France Press, o blog tem, atualmente, cerca de 43 mil visitas.
O blog foi iniciado há cerca de um ano e Knauer já avaliou mais de 50 restaurantes.
Em seu blog, Knauer explica que "adora comer e experimentar novos restaurantes e comidas". "Este é um lugar para escrever a respeito de minhas aventuras em restaurantes e comida", diz ele.
Suas observações não se resumem apenas à comida. Knauer também avalia a receptividade do local à crianças, se o restaurante tem como manter as crianças entretidas e como é o cardápio voltado para crianças e o tamanho das refeições.
CARNE E QUEIJO
Em seu blog, Knauer conta sobre sua visitas principalmente a restaurantes onde são vendidas pizzas e sanduíches.
Nestas avaliações, o crítico se concentra em alguns aspectos dos pratos, como a "suculência" da carne e a "viscosidade" do queijo. Para esta categoria, ele até inventou uma palavra em inglês, "gooeness", a partir da palavra gooey (viscoso ou grudento).
"Inventei gooeness. Se você sabe como soletrar, fale em um comentário", escreveu Knauer em um post do dia 3 de junho.
As avaliações do crítico são rigorosas e, se ele não gosta de um prato já pedido, ele pede outro e avalia os dois, como o que ocorreu na lanchonete Max's Dog House, em New Freedom, na Pensilvânia, especializada em cachorros-quentes, que ele foi com a avó.
"Eu pedi um Jamaican Bacon com batatas fritas, churros e Oreos fritos. Quando experimentei meu cachorro-quente, ele estava tão picante, então eu pedi outro, o Ball Park. Quando chegou, eu experimentei e estava delicioso! Parecia os cachorros-quentes que você come em jogos!", escreveu Knauer.
Apesar de elogiar também a sobremesa, Knauer deu quatro estrelas para a comida e cinco estrelas para a receptividade da lanchonete à crianças, pois o lugar tinha uma área de jogos com computador e um Playstation 3, com pessoas que ajudam a entender os jogos.
ELEGANTE
Para uma entrevista dada à France Presse, Knauer e sua mãe foram ao que ele chamou de "restaurante elegante, pois as pessoas usam gravata borboleta e elegantes chapéus de chef", o Morton's the Steakhouse.
Mas, apesar de elogiar o atendimento e a atenção, Knauer se assustou com uma lagosta que era mostrada viva aos clientes e não aprovou o tamanho do hambúrguer que pediu.
"A carne era suculenta, o queijo era pegajoso e o bacon, crocante. Mas não consegui terminar, pois era tão grande e minha mãe queria que eu guardasse espaço para a sobremesa."
"Então, a sobremesa veio e quando eu digo [que era] enorme, eu digo mesmo [que era] ENORME!! Eu pedi o Lendário Sundae de Hot Fudge do Morton. Era tão grande que minha mãe disse que poderíamos dividir."
A avaliação da comida do Morton's foi boa, o crítico deu cinco estrelas. Mas, para a receptividade à crianças, Knauer deu apenas uma estrela e meia.
"Eu ia dar duas estrelas, mas quando cheguei em casa, passei mal de tanto comer. Se você quer levar seu filho ao Morton's, tenha certeza que o estômago dele esteja completamente vazio, para que ele possa comer tudo. E também tenha certeza que ele não coma todo o enorme Sundae de Hot Fudge, para não ter uma enorme dor de estômago!"
Fonte:  http://www1.folha.uol.com.br/bbc/932324-americano-de-dez-anos-faz-sucesso-como-critico-de-restaurante.shtml

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Novo site busca conscientizar a população para a questão do bullying

A partir desta semana, ( 11/06/2011), educadores, estudantes, familiares e pessoas da comunidade de modo geral interessadas na questão do bullying têm uma nova fonte de consulta de materiais a respeito da temática. No endereço: www.todoscontraobullying.com.br é possível encontrar a íntegra dos projetos de lei relacionados ao bullying, além de artigos sobre o tema.
A iniciativa de lançar o site é da Frente Parlamentar Mista de Combate ao Bullying e Outras Formas de Violências, criada esta semana pelo Governo com o intuito de conscientizar a sociedade sobre o significado do termo bullying e fiscalizar os programas e políticas governamentais direcionados ao enfrentamento do problema. Cada Estado deverá contar com um coordenador regional que será indicado pela mesa de diretores.
De acordo com o presidente da nova entidade, o deputado Roberto de Lucena, a expectativa é que a partir deste trabalho possam ser concretizadas as ações em tramitação. “Nós vamos trazer essas iniciativas para um só fórum. Vamos procurar potencializá-las e promover uma grande campanha nacional”, afirmou.

Fontes:  http://www.blogeducacao.org.br/site-lancado-esta-semana-busca-conscientizar-a-populacao-para-a-questao-do-bullying/
Com informações da Agência Câmara de Notícias

Finalista do Prêmio Bom Exemplo Jorge de Morais ensina fotografia a crianças em BH


Ele ensina os detalhes da profissão a um grupo de crianças moradores do Morro do Papagaio.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Depressão materna: como isso afeta o seu filho?

Um novo estudo feito com 438 famílias mostrou que sintomas recorrentes de depressão materna podem influenciar o comportamento das crianças na primeira infância

 Shutterstock
Após o nascimento do seu bebê, a rotina muda. Tudo parece bem, mas, de repente, você desperta uma manhã mais triste, com menos vontade de levantar da cama. Aos poucos, começa a sentir muito mais ansiedade, raiva, cansaço. Quando tudo isso começa a atrapalhar o seu dia a dia e convívio com seu filho e família, é hora de procurar um médico. Você pode estar com depressão - e esses sintomas não prejudicam só você.

Um estudo realizado pela Universidade de Adelaide, na Austrália, publicado na revista científica Pediatrics revelou que crianças cujas mães apresentam sintomas recorrentes de depressão têm mais chance de desenvolver problemas de comportamento aos 5 anos.

A pesquisa acompanhou 438 mães e seus filhos (227 meninas e 211 meninos). Os cientistas pediram às mães que preenchessem questionários durante a infância das crianças entre 2 e 5 anos. Após a análise das informações, os pesquisadores perceberam que sintomas recorrentes de depressão materna quando as crianças têm entre 2 e 3 anos se tornam um fator de risco para o desenvolvimento de problemas comportamentais aos 5. Enquanto que sintomas constantes da doença não afetam o desenvolvimento delas.

Para o psiquiatra Sérgio Klepacz, do Hospital Samaritano, em São Paulo, o estudo comprova que quando a criança se sente insegura, principalmente em relação às pessoas próximas a ela e ao meio em que vive, o seu grau de estresse aumenta e afeta o seu comportamento. “A depressão da mãe se torna um problema quando ela não é constante, ou seja, quando apresenta oscilações de humor", diz. "Se a mãe sofre com depressão com os mesmos sintomas, a criança não sofre com isso porque já sabe o que esperar”, diz. Ou seja, se a doença da mãe não for tratada corretamente e voltar após um período, há mais riscos para as crianças.
Outro dado que chamou a atenção dos pesquisadores foi a influência positiva dos cuidados de outras pessoas nesses primeiros anos de vida dessas crianças: mesmo meio período na creche (o chamado cuidado formal), por volta dos 2 anos, já teve um impacto significativo no comportamento delas anos depois. Já os cuidados ditos informais (outras pessoas que não eram profissionais) não fizeram tanta diferença nesse caso. O mais importante dessa pesquisa, portanto, é mostrar para as mães que sofrem com depressão a importância buscar ajuda especializada, dividir as tarefas e, assim, preservar a criança.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI250516-15546,00-DEPRESSAO+MATERNA+COMO+ISSO+AFETA+O+SEU+FILHO.html

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Crianças pequenas também devem fazer exercícios. E há até 'academias' exclusivas para elas

Voltados para estimular habilidades físicas e sociais das crianças, desde a fase de bebês, esses locais especializados também combatem o sobrepeso infantil 

Natalia Cuminale

Mariana, 2 anos, brinca ao mesmo tempo em que desenvolve a coordenação motora
Mariana, 2 anos, brinca ao mesmo tempo em que desenvolve a coordenação motora - Ênio Cesar
Trapézio, trave, cama elástica – e piscina de bolinhas. Com música infantil agitada ao fundo, os instrutores pedem para que as crianças pulem e batam palmas. Ao mesmo tempo, as mães tentam fazer os mesmos movimentos que seus filhos para incentivá-los. Esse é cenário da MyGym, uma academia direcionada ao público infantil. No lugar de espelhos na parede, estão ilustrações coloridas de macacos e árvores. Em vez de pesos e pessoas musculosas, chocalhos e crianças entre seis semanas e 13 anos. É lá que a química Suzanne de Groote leva seus filhos Jean, 7 anos, e Anne, 3 anos. Desde que foi matriculado, há quatro meses, Jean, diz sua mãe, adquiriu mais equilíbrio, autoestima e ficou mais seguro. “Antes, ele não jogava futebol com os amigos da escola. Hoje, participa mais feliz das aulas de educação física”, conta Suzanne.
Confira entrevista com o médico pediatra Stephen Rice, do Centro Médico da Jersey Shore University
A princípio, a ideia de uma academia infantil pode parecer absurda. Mas o objetivo não é criar pequenos musculosos, e sim despertar nas crianças desde cedo o gosto pela atividade física e ajudá-las a desenvolver habilidades sociais. "Minha filha tem oportunidade de, em um ambiente controlado e seguro, se desenvolver a partir da orientação de profissionais”, conta Eloisa Kuszka, mãe de Bianca, de 2 anos. "Em relação a outras crianças, percebo o quanto participar de atividades assim ajudam na evolução dela", diz.
A franquia americana já tem quase três décadas e está espalhada em 27 países — chegou ao Brasil faz dois anos. Entre os pais que mais procuram a academia, estão aqueles que têm filho único. Normalmente, diz a proprietária, Silvia Freitas, essas crianças também aprendem na academia que precisam dividir brinquedos, espaço e atenção com outras crianças, oportunidade que obviamente não teriam em casa. Também procuram o estabelecimento pais com filhos hiperativos, que precisam gastar bastante energia, e aquelas com problemas de coordenação motora. "Também atendemos crianças com sobrepeso, crianças que os pais querem tirar da frente da televisão. O melhor é que aqui elas se movimentam muito apenas brincando", diz Silvia.
Controle de peso — Combater a obesidade infantil é uma consequência positivia desse tipo de iniciativa. A preocupação com exercícios nessa faixa etária fez com que o governo britânico, mês passado, criasse uma diretriz para a prática de atividades físicas para crianças menores de cinco anos. As novas medidas afirmam que crianças nessa faixa, que já saibam andar, devem ser fisicamente ativas por pelo menos três horas no dia – o que pode incluir a caminhada até a escola, brincadeiras infantis, entre outras opções. Da mesma forma, segundo a diretriz, as que ainda não conseguem andar também devem ser encorajadas a praticar atividades físicas desde as primeiras semanas de vida.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/criancas-tambem-devem-fazer-exercicios-e-ha-ate-academias-exclusivas-para-elas 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Brincadeira de Férias: Bambolê, Amarelinha, Elástico e Bola


Para divertir as crianças não precisa de nada muito caro nem de ideias mirabolantes. Com bambolês de R$ 9,90 a dúzia, cordas e bola da loja de R$ 1,99 e 4 metros de elástico comprado no armarinho por R$ 2,50 passamos a manhã brincando e nos divertindo.

A Sofia gosta tanto de bola que vale até bola da Argentina.

Com o bambolê, além de girar de diversas maneiras, a Sofia e as amigas ainda inventaram outras brincadeiras:

-  bambobol - futebol em que a bola é empurrada com os bambolês. Cada criança fica com dois bambolês, um em cada mão
- basquetelê - uma modalidade de basquete no qual a cesta é o bambolê. Uma criança segura o bambolê para cima
- argola humana - as crianças são os pinos e o bambolê a argola.
- pular bambolê - usar o bambolê com se fosse a corda.


Amarelinha. Com alguns pedaços de giz podemos riscar a amarelinha no chão. Usamos tampinhas de garrafa pet como pedrinhas. Elas gostam de variar as formas da amarelinha fazendo os desenhos com triângulos, círculos, etc... Dessa fez rolou uma amarelinha de bambolê.


Corda - pularam corda cantarolando várias canções. A preferida foi:
Qual é a letra do seu namorado?
A, B, C, D, E, F ....
E a Sofia tinha que errar no Y.



Com a bola foram diversos jogos, além das modalidade com bambolê. Os preferidos foram

-  STOP. Uma pessoa joga a bola para o alto, as outras saem correndo, quando o jogador pega a bola grita stop, os demais param onde estão, quem está com a bola dá três passos e tenta queimar um participante. Se conseguir, quem foi queimado passa a ser o lançador.
- Elastiquete - prederam o elástico em duas cadeiras e tinham que arremessar a bola dentro do elástico.

Pularam elástico e no final da sequência inventavam uma forma de passar pelo elástico. O pulo inventado que fez mais sucesso foi o pulo estrela. E eu não lembrei, de jeito nenhum, a música que se cantava para pular elástico.



E mesmo quando a fome bateu elas não queria parar. O jeito foi almoçar no play para a brincadeira continuar.


Toda essa brincadeira fica bem divertida acompanhada do CD XSPB 7. E eu estou até agora cantarolando Amarelinha. Gente, essa música não sai da cabeça.

Fonte: http://inventandocomamamae.blogspot.com/search/label/Brincadeiras

domingo, 24 de julho de 2011

Alimentação balanceada durante as férias escolares evita prejuízos à saúde das crianças

ALÉM DE PREOCUPAR-SE COM A SEGURANÇA  DAS CRIANÇAS, É PRECISO LEMBRAR QUE ELES PRECISAM DE ALIMENTOS SAUDÁVEIS, MESMO COMENDO AINDA MAIS NESSA ÉPOCA

Criatividade na hora de preparar os pratos faz com que as crianças se divirtam também na hora da alimentação

Janyne Godoy

Muitas mães e vovós que costumam ficar com a criançada nessas férias já não sabem o que fazer para agradar os pequenos na hora do lanche, nem mesmo entendem de onde vem tanta energia e disposição para as brincadeiras.

Além de preocupar-se com a segurança das crianças, é preciso lembrar que eles precisam de alimentos saudáveis, ainda mais porque, estando em casa, a tendência é comerem ainda mais.

Segundo a nutricionista Reila Castaldeli, nas férias, para que as crianças se alimentem de forma saudável, é preciso oferecer principalmente alimentos que sejam fonte de energia, como, por exemplo, pães, mel, cereais, arroz e mandioquinha. "Esses alimentos são indispensáveis, já que neste período as crianças costumam brincar bastante, fazer mais atividades e, consequentemente, acabam gastando mais energia", explica.

Reila ainda afirma que as crianças precisam ingerir bastante líquido durante este período, como água, sucos, água de coco e frutas mais úmidas. "As mães devem evitar oferecer doces, refrigerantes e alimentos industrializados, como por exemplo hambúrguer, salsicha, linguiça em excesso, pois são altamente calóricos, ricos em açúcares, gorduras, além de sódio", informa.

É importante que não faltem no cardápio delas: frutas, sucos naturais, iogurte, cereais, de preferência sem serem açucarados, vitaminado de frutas, água de coco. "Se ela gostar, é uma ótima forma de repor os eletrólitos, também dá para bater com sucos", sugere a nutricionista, "sem se esquecer do básico: arroz, feijão, hortaliças e um tipo de carne", alerta.

Para as crianças, algumas dicas de lanche sugeridas pela nutricionista são: bolos simples sem recheio ("se feitos com frutas seria ótimo, como por exemplo bolo de banana, abacaxi ou acrescido de fibras, como aveia"); vitaminado de frutas, sucos de fruta natural, iogurte, torta de legumes ("atum ou frango com cenoura ralada, brócolis, tomate, escarola são hortaliças que combinam bastante"); lanches tipo natural ("esse é fácil de preparar e todos comem: pão com algum tipo de hortaliça, como tomate, cenoura, alface, mais um queijo ou requeijão"). "A salada de frutas também é uma opção excelente e barrinha de cereais é lanche rápido, que vale a pena oferecer, pois além disso é rica em fibras", informa.

Para que as refeições fiquem mais atrativas, as mães devem deixar os pratos bem coloridos, podendo até brincar com os alimentos. "Fazer carinha, boquinha, cabelinho no prato, assim elas ficam variadas, saudáveis e diferentes, facilitando assim a aceitação alimentar", afirma.

Para a nutricionista, nas férias, além de se alimentarem bem, as crianças devem aproveitar para ficar mais ativas, gastar bastante energia, o que ajuda a evitar um dos grandes problemas infantis atuais: o excesso de peso.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Por que há alunos bagunceiros nas escolas?

Por Içami Tiba

Aluno bagunceiro em sala de aula é o que perturba o andamento da aula, prejudicando a aprendizagem - não só a própria como a dos outros colegas. Não vou listar aqui as bagunças mais comuns ou até mesmo as especiais para não estimular o leitor a ser mais um bagunceiro e nem para alimentar a turma da bagunça.  
A bagunça é contagiante. A imitação é um forte componente do aprendizado infantil e juvenil, assim como é a necessidade de pertencer a um grupo. Existe um vínculo entre os enturmados que favorece com que um imite o outro. O grupo, ou turma, reforça o comportamento de um bagunceiro por dois motivos: sensações de prazer e de pertencimento. Em geral é a de pertencimento que gera a idéia: o que um faz, todos fazem.
Geralmente um aluno faz bagunça quando se sente respaldado pelo seu grupo. Raramente quem se sente isolado, fragilizado ou rejeitado faz bagunça a não ser para ser aceito pela “turma dos bagunceiros”.   
As bagunças podem ter várias origens:
  1. A aula é muito parada, enfadonha e sonífera. A bagunça pode ser até um movimento de vida dos alunos. Raramente os alunos aprendem com este clima. Eles gostam de participação, movimentos, novidades, desafios, não perder tempo etc.;
  2. O bagunceiro quer interromper algo que não está gostando. O aluno tem dificuldades em fazer algo que não gosta, que não entende, que não vê o significado do aprendizado;
  3. O bagunceiro não tem educação relacional, não sabe se comportar em grupo, só pensa em si mesmo, sem levar em consideração os interesses alheios;
  4.  O bagunceiro não consegue ficar parado e atento às aulas por ser muito agitado, disperso, desinteressado;
  5. O bagunceiro não aceita regras, quer impor o seu modo de ser às pessoas;
  6. O bagunceiro sente-se suficientemente forte para enfrentar professores ou qualquer outra autoridade docente;
  7. O bagunceiro não tem interesse em que a aula progrida e passa a fazer tudo para atrapalhar o professor;
  8. O bagunceiro não quer estudar, vai forçado para a escola, não gosta de nenhum professor e faz questão de agredi-lo, mesmo durante as aulas;
  9. O aluno necessita ser notado e valorizado de qualquer maneira, mesmo que seja fazendo bagunças;
  10. Todo aluno quer primeiro se enturmar e já na turma quer se sobressair seja no que for, inclusive nas bagunças etc.
 
Uma das melhores maneiras do professor lidar com as bagunças é tomar alguma atitude que seja mais interessante para todos os alunos da sala, inclusive o bagunceiro, desde que elas (bagunças) não causem danos materiais, transgressões às regras internas e externas à sala de aula, contravenções às leis, ferimentos físicos e sofrimentos psicológicos e/ou outros constrangimentos seja a quem for, paralisias, distorções e/ou prejuízos do bom funcionamento seja do que for.
Há bagunças que não são possíveis ser resolvidas no âmbito escolar. A estas, é preciso que a escola convoque os pais ou responsáveis pelo bagunceiro para se fazer um trabalho de parceria escola-pais do bagunceiro para que ele não manipule ninguém. O bagunceiro não fala a verdade sobre as suas ações aos seus pais que geralmente nem sabem o que seu filho anda aprontando. Falo sobre esta parceria no meu mais recente livro “Pais e Educadores de Alta Performance”.
Enquanto o bagunceiro não arcar com as conseqüências provocadas pelas suas ações, ele não encontra motivos para mudar estes comportamentos.


Içami Tiba

Içami Tiba é psiquiatra e educador. Escreveu "Família de Alta Performance", "Quem Ama, Educa!" e mais 26 livros.


Fonte: http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/2011/07/12/alunos-bagunceiros.jhtm

sábado, 16 de julho de 2011

Crianças se deslumbram com o mundo da literatura na Flipinha, no Rio


Até os menores, que não sabem ler, se distraem com os livros. A Flipinha, em Paraty, tem programação o dia todo, que inclui rodas de leituras para as crianças.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Leitura é uma boa opção de diversão para as crianças nas férias

Os pais devem estimular essa prática nas crianças. Em Caruaru, algumas escolas também ajudam nesse incentivo

Reprodução / TV Globo

Em julho, mês de férias, é comum as crianças ficarem em casa à procura de atividades para passar o tempo. Uma opção é a leitura (fotos 1 e 2) e os pais podem e devem incentivar esse hábito. Em Caruaru, no Agreste, algumas escolas também ajudam nesse estímulo.

Mesmo no período de férias, algumas crianças costumam separar um tempo para ler e ampliar os conhecimentos. Entre um livro e outro, está a vontade de compreender melhor o mundo. “Ele me influencia muito na linguagem e na escrita. Eu gosto muito de ler aventuras”, diz a estudante Ana Luiza Tiburtino.

Pensando em estimular a leitura nessa época em que os estudantes estão mais distantes do colégio que uma escola particular de Caruaru propôs um projeto de leitura não só na unidade, mas também em casa, com o incentivo da família.

“Quando os pais fazem as leituras com as crianças e discutem com elas, preenchem uma ficha, mostrando para a coordenação da escola quais foram as reações das crianças após a leitura”, afirma o coordenador pedagógico Roberto Peixoto.

O contato inicial com os livros deve ser ainda nos primeiros anos de vida. Segundo a psicóloga Paula Magalhães, os pais podem fazer essa aproximação com os livros promovendo a leitura coletiva. “Em primeiro lugar, devem dar o exemplo. Para que o filho leia, é importante que o pai e a mãe tenham o hábito de ler e tenham livros em casa para que estimulem as crianças de certa forma”, diz.

A pedagoga Juliana Pontes é mãe de Pedro Gabriel (foto 3), de apenas três anos de idade. A criança ainda está no maternal e ainda não sabe ler, mas a mãe ajuda. “A gente lendo para ele vai fazer com que ele desenvolva a vontade de ler quando estiver na idade”, conta.

A primeira leitura para quem tem essa idade é a escuta, que seria um ensaio para a vida adulta. “Desde que a criança é bebezinho, a gente já vê livros no mercado com encadernação de plástico, que já serviria como um primeiro brinquedo para a criança”, afirma Paula Magalhães.

O estudante Cauã Yuri, de 7 anos, sabe ler e enumera as vantagens disso. “A gente aprende mais e lê para a mãe e para o pai”, diz. Quem também adotou a leitura como passatempo foi a estudante Giovana Sofia, de 6 anos. “Eu gosto de ler historinha, livro e tudo o que vejo na rua”, conta.



Fonte:  http://pe360graus.globo.com/diversao/diversao/ferias/2011/07/09/NWS,535885,2,305,DIVERSAO,884-LEITURA-BOA-OPCAO-DIVERSAO-CRIANCAS-FERIAS.aspx

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Atenção com a alimentação das crianças nas férias de inverno


POR GARDÊNIA CAVALCANTI


Rio - Férias escolares representam horários flexíveis e consumo frequente de comidas nada saudáveis. Mas quando o assunto é alimentação dos filhos, todo o cuidado é pouco. Este é o alerta dos endocrinologistas do Bronstein medicina diagnóstica Mauro Scharf e Frederico Marchisotti.


Um dos principais desafios das férias é conseguir driblar as guloseimas que tanto chamam a atenção das crianças. Segundo Mauro Scharf, o importante é que elas não substituam a alimentação. “Elas devem ser liberadas após as refeições maiores como o almoço ou jantar. Porém, devem ser observados a idade da criança e o tipo de guloseima”, explica.


O especialista lembra que o ideal é tentar conservar os horários das refeições como o café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. A dieta alimentar das crianças deve ser, mesmo no frio, leve. Deve conter frutas, verduras, legumes, grelhados, assados e refogados. Como o organismo precisa se sentir mais quente, uma alternativa são as frutas assadas, como a banana, o abacaxi e o creme de maçã, que podem ficar ainda mais gostosos com canela.  Para estimular o consumo de verduras e legumes, uma boa opção são as sopas.


Frederico Marchisotti reforça que, neste período, aumentam os casos de gripes, resfriados e doenças respiratórias. “Também por isso o ideal é manter uma alimentação rica em vitaminas e sais minerais, que aumentam a resistência imunológica”, afirma. A dica é aproveitar as frutas da época, que são boas fontes de vitamina C, como morangos, tangerina e laranja.


Marchisotti lembra que os pais não podem se esquecer da hidratação, com sucos naturais com frutas ou água de coco. “Energéticos e refrigerantes devem ser evitados. O refrigerante não mantém uma boa hidratação e não contém vitaminas como o suco”, diz.


Para os especialistas, as mães devem ficar atentas para que as crianças não passem tempo demais dentro de casa, sem praticar atividades físicas. “É importante estimulá-las a vestir um bom agasalho e brincar ao ar livre”, afirma Scharf.


Por fim, é aconselhável que os pais aproveitem as férias escolares para cuidar da saúde de seus filhos, fazer consultas de rotina e exames necessários. “Iniciar um tratamento de saúde no começo do problema facilita a cura, principalmente em crianças”, finaliza Marchisotti.


Fonte:  http://odia.terra.com.br/portal/mulher/html/2011/7/atencao_com_a_alimentacao_das_criancas_nas_ferias_de_inverno_177464.html

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Escola combina sucata e tecnologia para facilitar o bom aprendizado do aluno

Aluno com materiais recicláveisMateriais baratos e sucata juntamente com modernos recursos tecnológicos são utilizados, sem preconceito, pelos professores da Escola Estadual de Educação Profissional Adelino Cunha Alcântara, no município cearense de São Gonçalo do Amarante, a cerca de 60 quilômetros de Fortaleza (CE). Para a participação na Olimpíada Brasileira de Foguetes, por exemplo, canos, barras de ferro e pedaços de madeira foram utilizados para a construção da base de lançamento. Já os foguetes foram feitos de garrafa pet e papelão.


Alunos utilizam garrafas pet para fazer experiência de química “Até mesmo um pincel ou uma moeda podem se transformar em experimentos. Contudo, priorizo sempre o que pode ser um maior facilitador da aprendizagem”, assegura o professor de Física, Caniggia Carneiro Pereira, que também é o responsável, na escola, pela participação na Olimpíada Brasileira de Física (OBF), na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), além da Olimpíada Brasileira de Foguetes. Segundo ele, como a física estuda tudo o que acontece no universo, não é difícil encontrar exemplos e materiais para utilizar nas aulas. Para o professor, que está concluindo licenciatura plena em Física na Universidade Federal do Ceará (UFC), os vídeos também são boas estratégias para trazer novos conhecimentos aos alunos, sejam eles documentários ou pequenos vídeos da internet. Ele também utiliza apresentações em slides. “Elas permitem que eu possa inserir com mais facilidade imagens, animações e outros recursos tecnológicos nas aulas”, diz Cannigia. Em sua opinião, as animações e simulações são recursos muito ricos, pois aliam interatividade e conhecimento, estimulando a aprendizagem e motivando os alunos.


Em suas aulas, Cannigia também aproveita os benefícios das novas tecnologias. Para ele, os recursos computacionais permitem a análise de situações mais complexas que são difíceis de serem reproduzidas na sala de aula ou no laboratório. Assim, ao planejar uma aula sobre gravidade e gravitação, sobre os efeitos da gravidade no comportamento dos corpos, especialmente dos planetas, utilizou recursos como o Applet Laboratório de Força Gravitacional, onde os alunos puderam visualizar a proporcionalidade entre a força da gravidade e a massa e distância entre dois corpos. Na mesma aula, os estudantes tiveram a oportunidade de manipular a simulação Gravity Car – um carrinho com gravidade aumentada que atrai os corpos por onde passa.


Outro recurso usado nessa mesma ocasião foi o My Solar System, para que os alunos montassem seu próprio Sistema Solar. A partir de mudanças introduzidas nos valores das massas e velocidades dos corpos, eles conseguiram padrões de sistemas bem diferentes, com estrelas duplas e choques planetários, entre outros efeitos. “Foi muito interessante ver a satisfação deles em criar sua própria realidade virtual”, salienta o professor.


De acordo com a coordenadora pedagógica, Nakeida Cristina de Castro Costa, 20 anos de magistério, a Adelino Cunha Alcântara é uma escola que se destaca na comunidade, graças a alguns pontos. Um deles é o fato de a instituição oferecer aulas diferenciadas, onde os professores utilizam recursos didáticos variados, tais como música, teatro, internet, blogs, aulas de campo, visitas técnicas, seminários e feiras de ciências, entre outros.


Segundo Nakeida, as aulas de Química são equilibradas entre teoria e prática, com aulas no laboratório de ciências, utilizando material reciclado. Ela explica que, em comemoração ao Ano Internacional da Química, o professor Francisco Sá vem desenvolvendo atividades lúdicas e de pesquisa, interdisciplinares, por meio da construção de paródias, jogos e dinâmicas para socializar o aprendizado da disciplina. Já nas aulas de Língua Portuguesa, há uma integração entre os ambientes de aprendizagem da biblioteca e do laboratório escolar de informática: os estudantes fazem a leitura de clássicos da literatura e constroem material de divulgação em mídias como resenhas e slides.


Fonte: Envolverde / Portal do Professor

terça-feira, 12 de julho de 2011

Crianças usam bolsas feitas de material reutilizado


Banners antigos são usados na fabricação de bolsas que os alunos usam para proteger os livros da biblioteca. Em outro projeto, crianças plantam mudas de árvores para ter sombra para brincar.