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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Guia para mães revela antigas regras de especialistas para bebês

No começo do século 20, quando a mortalidade infantil atingia 0,16% dos nascidos vivos (cerca de quatro vezes a taxa atual), a relação das mamães com os bebês ganhou mais atenção.
Isso porque melhorar os cuidados com a criança, especialmente na higiene e na amamentação, poderia reduzir o número de mortes por infecções e outras doenças.

Editoria de Arte/Folhapress
Assim tiveram início os "guias maternos" com discurso higienista na primeira metade do século 20, época em que o mercado editorial brasileiro se expandia.
Onze guias dessa época, pinçados em sebos paulistas, foram revistos pela educadora Maria das Graças Magalhães em sua tese de doutorado defendida recentemente na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Nos livretos, os médicos pregavam que as mães impusessem em casa um ambiente "hospitalar", livre de micro-organismos. A ideia difundida era que uma vida regrada garantiria a saúde e a docilidade das crianças. "Dizia-se, por exemplo, que a mãe não deveria beijar o bebê", conta Magalhães.
CRENDICES
Além disso, boa parte dos pediatras lutava contra crendices populares. Por exemplo, ensinava-se que amuletos não curam e que dar a água do primeiro banho para o bebê tomar não deixaria a criança mais bonita.
"O Brasil é um país multiétnico, com grande quantidade de imigrantes. Há crendices vindas de
todas as partes", analisa a educadora. A especialista, no entanto, não acredita que os guias substituíram as "conversas de comadre".
O que ela observou foi que as mães se apropriaram das informações para fazer recomendações a outras mulheres, suprimindo ou acrescentando dados. A tradição feminina de trocar conselhos é, inclusive, destacada no "Guia das Mãezinhas", de 1937.
O autor, o médico Wladimir Toledo Piza, recomenda que as mães sigam os conselhos médicos no lugar de ouvir as amigas e vizinhas "que ensinam o que não sabem porque não estudaram".
Além dessa imagem das leitoras como "tricoteiras", os guias também consideravam a mulher como dispersiva, romântica e com dificuldade de concentração para leituras contínuas --algo parecido com algumas revistas femininas da atualidade.
MAMANDO NO PEITO
Outro trabalho dos guias maternos era incentivar a amamentação no peito pela mãe --campanha que ganhou forma já no final do século 19.
Nessa época, as mulheres ricas mantinham amas de leite, ou seja, mulheres que tinham dado à luz e que ganhavam uns trocados para amamentar os bebês da elite.
"A preocupação dos médicos era com a transmissão de doenças pela amamentação e com a saúde dos bebês das amas, que ficariam com menos leite", explica Magalhães.
Esse discurso vai mudando conforme o leite industrializado ganha força no Brasil --época em que a indústria de alimentos também passa a produzir guias maternos para divulgar os seus produtos.
A ideia de levar a higiene para casa ensinando as mulheres não foi uma novidade dos guias para as mamães.
De acordo com Magalhães, as professoras da escola normal (para meninas) já educavam as garotas sabendo que elas levariam conceitos de higiene para toda a família.
Mas, no caso dos guias, havia uma proposta de responsabilizar a mulher pelas práticas de higiene. "A figura do homem quase não aparece nos livretos", diz Magalhães.
Isso só muda na década de 1950, quando a mulher ingressa com mais força no mercado de trabalho. Mesmo assim, o homem só aparece nos livretos como a figura que dá a palavra final.
Fonte: Jornal Folha de são Paulo http://tinyurl.com/6v4oaj2

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Projeto combate a mortalidade infantil

Gestantes do Jacintinho são acompanhadas do pré ao pós-parto e crianças têm assistência no primeiro ano de vida
  
Com o objetivo de contribuir para a redução da mortalidade materno-infantil, o Hospital Nossa Senhora da Guia (HNSG) vem implementando ações de acompanhamento de gestantes e bebês que vivem em um dos bairros mais carentes de Maceió, onde são altas as taxas de natalidade e mortalidade materna e infantil. “Dados da Secretaria de Saúde apontam que 65% dos óbitos infantis são por causas evitáveis. Um índice muito alto, e nós temos que contribuir para reduzi-lo", diz a gerente de Unidades Externas da Santa Casa de Maceió, Rejane Paixão.

Por meio do Projeto Jacintinho, uma iniciativa do Hospital Nossa Senhora da Guia que conta com a parceria das secretarias Municipal e Estadual de Saúde, as gestantes do bairro são acompanhadas desde o pré-natal até o pós-parto e as crianças têm assistência médica garantida no primeiro ano de vida. A meta é zerar o índice de mortalidade infantil por causas evitáveis.


Iniciado no último mês de maio, o Projeto Jacintinho conta com uma equipe multiprofissional formada por obstetras, pediatras, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas e nutricionistas. Durante o pré-natal, as gestantes recebem orientações sobre exames e nutrição, têm atendimento psicológico e são cadastradas para receber a cesta nutricional ofertada pelo governo às gestantes com risco nutricional. Além disso, as equipes do HNSG também dão orientações voltadas para outras áreas como a de cidadania.

"Se for uma gestante que venha sem a condição civil plena, seja menor ou maior de idade, nós fazemos uma orientação para que ela se organize e vá fazer a documentação para que, assim, comece a se perceber como cidadã", destacou Rejane.

As orientações passadas às gestantes durante o pré-natal ajudam a combater doenças que possam vir a acontecer durante o período de gestação - sejam elas sexualmente transmissíveis ou não. Também contribuem para que as futuras mães tenham uma alimentação saudável e sejam encaminhadas para vacinação, por exemplo.

ACOMPANHAMENTO DAS CRIANÇAS

Depois que nascem, as crianças também têm acompanhamento médico garantido por um período de um ano. O primeiro retorno ao hospital é agendado para oito dias depois do parto, mas o acompanhamento continua sendo feito mensalmente até que a criança complete um ano de idade. Segundo a médica pediatra Délia Herrmann, o HNSG montou um ambulatório para atendimento das crianças que nascem lá. O local funciona nos períodos da manhã e da tarde e tem como meta o atendimento de 400 crianças da região.


"As crianças nascem no hospital e são agendadas para o retorno na primeira semana, e a partir daí nós fazemos a puericultura, que é o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento dessa criança até o primeiro ano de vida", conta a pediatra, explicando que, nesse período, as mães também são orientadas sobre vacinação e cuidados para evitar acidentes com as crianças, além de serem estimuladas a fazerem o aleitamento materno.

Parto normal reduz riscos

O estímulo ao parto natural também faz parte do Projeto Jacintinho, por ser uma forma de reduzir os riscos tanto para as mães, quanto para os bebês. Segundo Rejane Paixão, cerca de 60% dos partos realizados no Hospital Nossa Senhora da Guia (HNSG) são cesarianas, enquanto apenas cerca de 40% das crianças nascem de forma natural. Inverter esse dado é um dos desafios.

No pré-natal, a equipe multidisciplinar do projeto orienta as gestantes sobre os benefícios do parto natural e ajudam a fazer com que o medo, considerado o grande vilão, deixe de existir.

"Elas chegam procurando o parto cesariana e o que percebemos é uma falta de conhecimento. Elas acham que dói menos, que vão sofrer menos e que o processo é mais rápido, e nós queremos desmistificar isso, fazendo com que elas entendam que o processo da dor pode ser aliviado e que o parto natural é mais seguro. Temos que ganhar a confiança das mães, pois o medo ainda é o grande vilão", fala Rejane.


De acordo com o médico obstetra Antônio Carlos Moraes, a melhoria da qualidade do pré-natal é fundamental para que a gestante chegue ao parto esclarecida sobre o momento que vai viver, além de também ser de grande importância para a diminuição dos riscos de infecções que podem vir a causar problemas na hora do nascimento do bebê. As orientações passadas às pacientes também visam reduzir o número de cesarianas nas mulheres que já tiveram parto normal e querem fazer cesárea, aproveitando a hora do parto para fazer a laqueadura.


"Esse não é o procedimento ideal porque o risco cirúrgico é muito maior que o parto normal. A gestante fica exposta a hemorragias e infecção. E hoje, o que mais causa a morte de grávidas são as infecções, a hemorragia e a hipertensão. Quando a mulher se submete a um procedimento desnecessário, como a laqueadura durante a cesárea, aumenta o risco de infecção e morte", conta o obstetra.


Tendo isso em vista, o HNSG criou um programa de laqueadura, que visa o retorno das mães que estão aptas ao procedimento depois do nascimento do bebê.

"A mãe tem a criança de forma normal, depois volta para consulta pós parto, faz exames e com 60 dias, estando tudo certo, ela pode fazer a laqueadura. Temos todo um protocolo a seguir. A mulher tem que ter no mínimo 25 anos e dois filhos vivos, por exemplo", destaca Antônio Carlos.
Aumenta procura pelo pré-natal

Segundo o médico Antônio Carlos Moraes, após a implantação do Projeto Jacintinho, a procura pelo pré-natal pelas gestantes residentes no bairro aumentou. Apesar disso, muitas mães ainda procuram o hospital quando estão com a gestação avançada, quando o ideal seria iniciar o pré-natal antes das 12 semanas.


"Nós percebemos o aumento do número de pessoas procurando o pré-natal. Hoje vão muitas mães do Jacintinho. Apesar disso, nós atendemos gestantes em trabalho de parto que chegam com duas, três consultas, e que não tiveram acesso aos exames necessários, quando o ideal é que elas tenham, no mínimo, seis consultas", afirma.


Quando o pré-natal é iniciado antes das 12 semanas, as gestantes têm acesso às informações necessárias e evitam perigos como o de se exporem a alguma droga ou medicamento, realizar algum exame que possa interferir no desenvolvimento do bebê ou pegar uma infecção. "Quanto mais cedo se captar essa gestante, melhor", diz.


No HNSG, o estímulo ao parto normal também está associado à fisioterapia. "A fisioterapia faz um trabalho importante no auxílio da orientação de postura e respiração da paciente, além de orientar sobre algumas posições que as gestantes podem ir trabalhando em casa, fazendo exercícios que ajudam na hora do parto", falou.


A ajuda psicológica também é importante e faz parte do projeto. No caso das adolescentes, por exemplo, grupos são formados e recebem atendimento de psicólogos. 

Fonte: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=237237

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Visitas a recém-nascidos requerem etiqueta especial

O nascimento de um bebê é sinônimo de vida nova e confraternização, porém, esse momento especial requer atenção de parentes e amigos em relação às primeiras visitas. A pediatra Vera Lúcia Jornada Krebs, do Hospital das Clínicas da FMUSP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, deixa claro que o recém nascido não é uma atração turística, precisa ficar em um ambiente tranqüilo e indica os cuidados para que a visita não seja deselegante e prejudicial.
Muitas pessoas exageram no ‘carinho’ e acabam dando pequenos apertões na bochecha, beijos e toques não muito delicados nas mãozinhas. O que eles não sabem é que essas atitudes são inadequadas, pois podem trazer problemas ao recém nascido.
A pediatra indica que a primeira visita na maternidade seja limitada a parentes próximos, como o pai, avós e irmãos, pois é um momento de recuperação da mãe e maior atenção à vida do bebê.
“As primeiras 24 horas do recém nascido são bastante delicadas, pois é um período de estabilização, portanto um descuido em uma visita pode acarretar grandes problemas à saúde do bebê”, afirma.
Segundo a pediatra, os primeiros cuidados ao visitar a criança na maternidade, devem ser com a higiene das mãos. “No berçário do HC, é feito um controle de higiene em quem fará a visita. É checado se a pessoa está com algum resfriado, ou outro tipo de infecção”, explica, acrescentando que também é dado um auxílio sobre a maneira correta de lavar as mãos.
Na maternidade ou em casa, a pediatra Vera Krebs alerta que o tempo de visita deve ser curto, pois tanto a mãe quanto o recém nascido precisam de descanso e de um ambiente silencioso e calmo. Caso a mãe ofereça algum agrado à visita, como um simples café ou uma xícara de chá, é adequado não aceitar, pois ela não deve ter nenhum tipo de trabalho além de cuidar do bebê.
Assim que a mãe recebe alta, Vera sinaliza que os cuidados na maternidade devem ser mantidos em casa. Ela deve ser orientada sobre os cuidados com o filho, tendo oportunidade de tirar todas as dúvidas junto ao pediatra e equipe multiprofissional, a respeito dos cuidados com o recém-nascido. As recomendações também devem ser dadas por escrito.
Além do recém nascido, a mamãe também precisa de cuidados e tranquilidade, pois, neste período ela está frágil e com o sono em desordem. “É inconveniente aparecer à noite e sem ligar antes para avisar. Interromper o descanso da mãe e seu bebê pode sobrecarregá-la”, afirma. A pediatra acredita que tomados estes cuidados, a visita pode se tornar um momento especial para a mãe e seu filho.

Fonte:  http://www.jornaldebarretos.com.br/novo/2011/07/35914

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Ministério lança Guia dos Direitos da Gestante e do Bebê

Com ilustrações de Ziraldo, o guia destaca os benefícios do aleitamento materno. A amamentação só alcança 41% dos bebês do País
No Brasil, apenas 41% dos bebês menores de seis meses são alimentados exclusivamente com leite materno (MAURI MELO)  
No Brasil, apenas 41% dos bebês menores de seis meses são alimentados exclusivamente com leite materno
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou no Rio de Janeiro a campanha da Semana Mundial de Amamentação. Acompanhado pela atriz Juliana Paes, madrinha da campanha este ano, ele apresentou o Guia dos Direitos da Gestante e do Bebê, cartilha que informa como garantir os direitos das mães e dos recém-nascidos.

Com ilustrações do cartunista Ziraldo, o guia destaca os benefícios do aleitamento materno. Segundo o Ministério da Saúde, amamentar é a forma mais eficaz para a redução da mortalidade infantil, além de proteger a criança de inúmeras doenças. “Desde que engravidei do Pedro, eu queria muito ter parto normal e amamentar. O parto normal não foi possível, mas amamentar eu consegui. O Pedro vai fazer oito meses e adora mamar no peito”, contou Juliana Paes.

A semana da amamentação é comemorada anualmente e este ano será do dia 1º a 7 deste mês. Desde ontem, cartazes e folhetos são distribuídos pelas sociedades de pediatria dos estados e do Distrito Federal, assim como secretarias estaduais e municipais de Saúde. Também foram produzidos filmes para a televisão e Internet, além de um spot para transmissão no rádio.

Atualmente, apenas 41% dos bebês menores de seis meses no Brasil são alimentados exclusivamente com leite materno, de acordo com dados do Ministério da Saúde. A taxa é semelhante à média mundial, calculada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em menos de 40%. Mas, é bem abaixo do percentual ideal definido pela organização, entre 90% e 100% das crianças nessa faixa etária. “Nós queremos chegar a 80 por cento do aleitamento materno exclusivo. Não fechamos uma meta por ano, mas tem um conjunto de ações porque não depende só do governo, depende das empresas”, afirmou Padilha. De acordo com o ministro, em um ano 10 mil empresas passaram a cumprir a lei que garante licença maternidade até seis meses para incentivar o aleitamento materno.

Como
ENTENDA A NOTÍCIA
A novidade da campanha deste ano é o Guia dos Direitos da Gestante e do Bebê. A cartilha, que informa os direitos das mães à amamentação, será distribuída a profissionais de saúde e líderes comunitários que terão a função de multiplicar as informações e orientar as mulheres.

Fonte:  http://www.opovo.com.br/app/opovo/brasil/2011/08/02/noticiabrasiljornal,2274515/ministerio-lanca-guia-dos-direitos-da-gestante-e-do-bebe.shtml

quarta-feira, 27 de julho de 2011

As 10 atitudes de uma boa babá

  • Não tenha receios na hora de contratar uma profissional: pergunte muito, busque referências e saiba o que observar




  • IG

    Se os pais optam por deixar a criança sob os cuidados de uma babá, a escolha deve ser certeira. Como a profissional ficará responsável pelo bem-estar, alimentação e assepsia do bebê, os critérios precisam ser rigorosos. Mas, antes de tudo, especialistas afirmam que a relação profissional tem de ser respeitada e as regras, claras.
    Na hora de contratar uma babá busque referências, converse com ex-patrões da candidata e pergunte muito. E saiba comandar: a profissional precisa ser bem orientada para atender aos desejos dos pais.
    É preciso explicar detalhadamente como ela terá de cuidar do bebê, além do que é permitido ou não na casa. Considere situações como fumar, beber, receber visitas ou telefonemas pessoais e a forma como gostaria que ela desse banho, alimentasse, brincasse com a criança ou a colocasse para dormir. Deixe claro como você gostaria que fosse a relação entre ela e o bebê, como beijar a criança ou carregá-lo no colo.
    A relação poderá fluir bem se uma rotina de comunicação for estabelecida entre os pais. Deixe claro como ela deve fazer para entrar em contato em caso de emergências. Também é bom deixar o cartão do plano de saúde – caso a família possua um – com a profissional. Agenda com telefones de pessoas que podem ser acionadas em casos urgentes, como pediatra e parentes, precisa ficar à disposição da babá. seguir veja 10 dicas de especialistas para identificar uma boa profissional. Uma babá deve...
    1. Ter experiência mínima de seis meses registrada em carteira e apresentar referências de trabalhos anteriores.
    2. Ser pontual e usar roupas adequadas para cuidar de um bebê. Sapatos baixos, unhas curtas, roupas que permitam movimentos são importantes. Também é bom evitar o uso de brincos.
    3. Ter noções de primeiros socorros e realizar as ações corretas em caso de cortes, queimaduras e ferimentos na pele até que a criança seja atendida por um médico.
    4. Saber higienizar e preparar alimentos corretamente.
    5. Esterilizar corretamente chupetas, mamadeiras e outros utensílios do bebê: lavar com água e sabão após cada uso e ferver os itens por cinco minutos antes de oferecê-los novamente à criança.
    6. Ter a iniciativa de realizar a higiene bucal do bebê desde os primeiros meses após o nascimento.
    7. Lavar sempre as mãos antes e depois de alimentar, preparar as refeições e trocar fraldas da criança.
    8. Promover atividades lúdicas para estimular a psicomotricidade.
    9. Ter noções sobre a posição correta em que o bebê deve dormir, a fim de evitar o risco de a criança engasgar caso regurgite.
    10. Ter capacidade de identificar o choro do bebê e tomar a atitude correta se a causa for fome, cólica ou simples manha.

    Fonte:  http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=3&idnot=58213

terça-feira, 28 de junho de 2011

Escritora fala sobre livros para novas mamães


Lúcia Guimarães entrevista Alice Bradley que fala sobre a experiência de ser mãe e da indústria de livros para mães de primeira viagem.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Mais Você fala sobre obstáculos que mães enfrentam ao usar os carrinhos de bebês


Buracos nas ruas, degraus e postes estão entre as principais dificuldades que as mães encontram nas ruas.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Aprenda a montar um quarto de bebê sem gastar muito


Montar o quarto do filho não é fácil. O desafio é fazer a decoração dos sonhos caber no orçamento. Veja dicas para organizar um ambiente sem gastar muito.