ALÉM DE PREOCUPAR-SE COM A SEGURANÇA DAS CRIANÇAS, É PRECISO LEMBRAR QUE ELES PRECISAM DE ALIMENTOS SAUDÁVEIS, MESMO COMENDO AINDA MAIS NESSA ÉPOCA
Criatividade na hora de preparar os pratos faz com que as crianças se divirtam também na hora da alimentação
Janyne Godoy
Muitas mães e vovós que costumam ficar com a criançada nessas férias já não sabem o que fazer para agradar os pequenos na hora do lanche, nem mesmo entendem de onde vem tanta energia e disposição para as brincadeiras.
Além de preocupar-se com a segurança das crianças, é preciso lembrar que eles precisam de alimentos saudáveis, ainda mais porque, estando em casa, a tendência é comerem ainda mais.
Segundo a nutricionista Reila Castaldeli, nas férias, para que as crianças se alimentem de forma saudável, é preciso oferecer principalmente alimentos que sejam fonte de energia, como, por exemplo, pães, mel, cereais, arroz e mandioquinha. "Esses alimentos são indispensáveis, já que neste período as crianças costumam brincar bastante, fazer mais atividades e, consequentemente, acabam gastando mais energia", explica.
Reila ainda afirma que as crianças precisam ingerir bastante líquido durante este período, como água, sucos, água de coco e frutas mais úmidas. "As mães devem evitar oferecer doces, refrigerantes e alimentos industrializados, como por exemplo hambúrguer, salsicha, linguiça em excesso, pois são altamente calóricos, ricos em açúcares, gorduras, além de sódio", informa.
É importante que não faltem no cardápio delas: frutas, sucos naturais, iogurte, cereais, de preferência sem serem açucarados, vitaminado de frutas, água de coco. "Se ela gostar, é uma ótima forma de repor os eletrólitos, também dá para bater com sucos", sugere a nutricionista, "sem se esquecer do básico: arroz, feijão, hortaliças e um tipo de carne", alerta.
Para as crianças, algumas dicas de lanche sugeridas pela nutricionista são: bolos simples sem recheio ("se feitos com frutas seria ótimo, como por exemplo bolo de banana, abacaxi ou acrescido de fibras, como aveia"); vitaminado de frutas, sucos de fruta natural, iogurte, torta de legumes ("atum ou frango com cenoura ralada, brócolis, tomate, escarola são hortaliças que combinam bastante"); lanches tipo natural ("esse é fácil de preparar e todos comem: pão com algum tipo de hortaliça, como tomate, cenoura, alface, mais um queijo ou requeijão"). "A salada de frutas também é uma opção excelente e barrinha de cereais é lanche rápido, que vale a pena oferecer, pois além disso é rica em fibras", informa.
Para que as refeições fiquem mais atrativas, as mães devem deixar os pratos bem coloridos, podendo até brincar com os alimentos. "Fazer carinha, boquinha, cabelinho no prato, assim elas ficam variadas, saudáveis e diferentes, facilitando assim a aceitação alimentar", afirma.
Para a nutricionista, nas férias, além de se alimentarem bem, as crianças devem aproveitar para ficar mais ativas, gastar bastante energia, o que ajuda a evitar um dos grandes problemas infantis atuais: o excesso de peso.
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domingo, 24 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Atenção com a alimentação das crianças nas férias de inverno
POR GARDÊNIA CAVALCANTI
Rio - Férias escolares representam horários flexíveis e consumo frequente de comidas nada saudáveis. Mas quando o assunto é alimentação dos filhos, todo o cuidado é pouco. Este é o alerta dos endocrinologistas do Bronstein medicina diagnóstica Mauro Scharf e Frederico Marchisotti.
Um dos principais desafios das férias é conseguir driblar as guloseimas que tanto chamam a atenção das crianças. Segundo Mauro Scharf, o importante é que elas não substituam a alimentação. “Elas devem ser liberadas após as refeições maiores como o almoço ou jantar. Porém, devem ser observados a idade da criança e o tipo de guloseima”, explica.
O especialista lembra que o ideal é tentar conservar os horários das refeições como o café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. A dieta alimentar das crianças deve ser, mesmo no frio, leve. Deve conter frutas, verduras, legumes, grelhados, assados e refogados. Como o organismo precisa se sentir mais quente, uma alternativa são as frutas assadas, como a banana, o abacaxi e o creme de maçã, que podem ficar ainda mais gostosos com canela. Para estimular o consumo de verduras e legumes, uma boa opção são as sopas.
Frederico Marchisotti reforça que, neste período, aumentam os casos de gripes, resfriados e doenças respiratórias. “Também por isso o ideal é manter uma alimentação rica em vitaminas e sais minerais, que aumentam a resistência imunológica”, afirma. A dica é aproveitar as frutas da época, que são boas fontes de vitamina C, como morangos, tangerina e laranja.
Marchisotti lembra que os pais não podem se esquecer da hidratação, com sucos naturais com frutas ou água de coco. “Energéticos e refrigerantes devem ser evitados. O refrigerante não mantém uma boa hidratação e não contém vitaminas como o suco”, diz.
Para os especialistas, as mães devem ficar atentas para que as crianças não passem tempo demais dentro de casa, sem praticar atividades físicas. “É importante estimulá-las a vestir um bom agasalho e brincar ao ar livre”, afirma Scharf.
Por fim, é aconselhável que os pais aproveitem as férias escolares para cuidar da saúde de seus filhos, fazer consultas de rotina e exames necessários. “Iniciar um tratamento de saúde no começo do problema facilita a cura, principalmente em crianças”, finaliza Marchisotti.
Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/mulher/html/2011/7/atencao_com_a_alimentacao_das_criancas_nas_ferias_de_inverno_177464.html
Um dos principais desafios das férias é conseguir driblar as guloseimas que tanto chamam a atenção das crianças. Segundo Mauro Scharf, o importante é que elas não substituam a alimentação. “Elas devem ser liberadas após as refeições maiores como o almoço ou jantar. Porém, devem ser observados a idade da criança e o tipo de guloseima”, explica.
O especialista lembra que o ideal é tentar conservar os horários das refeições como o café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. A dieta alimentar das crianças deve ser, mesmo no frio, leve. Deve conter frutas, verduras, legumes, grelhados, assados e refogados. Como o organismo precisa se sentir mais quente, uma alternativa são as frutas assadas, como a banana, o abacaxi e o creme de maçã, que podem ficar ainda mais gostosos com canela. Para estimular o consumo de verduras e legumes, uma boa opção são as sopas.
Frederico Marchisotti reforça que, neste período, aumentam os casos de gripes, resfriados e doenças respiratórias. “Também por isso o ideal é manter uma alimentação rica em vitaminas e sais minerais, que aumentam a resistência imunológica”, afirma. A dica é aproveitar as frutas da época, que são boas fontes de vitamina C, como morangos, tangerina e laranja.
Marchisotti lembra que os pais não podem se esquecer da hidratação, com sucos naturais com frutas ou água de coco. “Energéticos e refrigerantes devem ser evitados. O refrigerante não mantém uma boa hidratação e não contém vitaminas como o suco”, diz.
Para os especialistas, as mães devem ficar atentas para que as crianças não passem tempo demais dentro de casa, sem praticar atividades físicas. “É importante estimulá-las a vestir um bom agasalho e brincar ao ar livre”, afirma Scharf.
Por fim, é aconselhável que os pais aproveitem as férias escolares para cuidar da saúde de seus filhos, fazer consultas de rotina e exames necessários. “Iniciar um tratamento de saúde no começo do problema facilita a cura, principalmente em crianças”, finaliza Marchisotti.
Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/mulher/html/2011/7/atencao_com_a_alimentacao_das_criancas_nas_ferias_de_inverno_177464.html
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Crianças na cozinha - Minichefs se divertem no preparo de alimentos
Quem nunca viu a cena de uma mãe se desdobrando para que seu filho coma uma salada ou verdura? Embora pareça inócua, essa luta diária é extremamente importante para desassociar o paladar infantil do tradicional trinômio bife, batata frita e guloseimas. O desafio é enorme, sobretudo se pensarmos que, hoje, a maioria dos pais não tem tempo de preparar nem de acompanhar as refeições dos filhos.
Foi justamente pensando nessa difícil equação que alguns profissionais passaram a oferecer cursos e oficinas que ensinam os segredos da cozinha de forma lúdica em colégios, escolas especializadas e até festinhas de aniversário.
“Meu objetivo é mudar a relação das crianças com a comida”, afirma Andrea França, proprietária e diretora da primeira franquia da Minichefs, escola especializada em culinária infantil. Mãe de uma menina de 7 anos, Andrea ficava surpresa com a falta de conhecimento das crianças sobre o universo gastronômico. “Para você ter uma ideia, amigos da minha filha nunca tinham visto uma beterraba”, diz.
Embora pratos como bolos, brigadeiro e hambúrguer façam parte das receitas, Andrea tomou o cuidado de incorporar ao menu da escola alimentos mais saudáveis (como farinha integral, verduras e legumes), e às vezes, inusitados. “Os alunos já chegaram a experimentar suco de kiwi com pimenta rosa, e de maracujá com manjericão”, afirma.
A diretora ressalta que além de ampliar o cardápio infantil, as oficinas pretendem resgatar a integração familiar na hora das refeições. “Hoje, é cada vez mais difícil as crianças sentarem à mesa para comer com os pais; e é ainda mais raro vê-las ajudando na cozinha”.
Modificar os hábitos infantis, porém, não é complicado quando os pequenos colocam a mão na massa. Isso porque é comum as crianças experimentarem os alimentos durante a sua preparação. Andrea cita o exemplo de um aluno que provou alface pela primeira vez durante o preparo de uma receita de barquinhos recheados com a verdura. “Para a surpresa dos pais, ele comeu e adorou!".
A preocupação com a alimentação das filhas, Alice, de 3 anos e Júlia, 6, também despertou o interesse da nutricionista e confeiteira Denise Haendchen pelo tema. “Tudo começou como uma brincadeira. Percebi que quando levava as meninas para cozinhar comigo, elas eram naturalmente estimuladas a experimentar novos alimentos e aprender novas preparações”.
Fonte: http://abiliodiniz.uol.com.br/qualidade-de-vida/criancas-na-cozinha.htm
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